love will tear us apart
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“Eu estava instalado no vazio, na inexistência, e aceitava isso. Tudo isso fazia de mim uma pessoa desinteressante. Mas eu não queria ser interessante, era muito difícil.”

— Charles Bukowski
“Algumas pessoas tinham uma maneira bacana de abordagem. Outras eram uns terrores. Viam a gente, arregalavam os olhos e caíam em cima. Aprendi a reconhecer aquela expressão, e quando a via me enfiava por alguma ala lateral, dava uma meia-volta súbita. Tenho certeza de que fugi de um monte de pessoas que não tinham a menor intenção de me importunar. Sabia que, com o tempo, tudo voltaria ao normal e mais uma vez eu seria apenas outro cara nas corridas como todos os outros caras velhos.” Charles Bukowski.
“Às vezes, não há nenhum aviso. As coisas acontecem em segundos. Tudo muda. Você está vivo. Você está morto. E as coisas continuam. Somos finos como papel. Existimos por acaso entre as percentagens, temporariamente. E esta é a melhor e a pior parte, o fator temporal. E não há nada que se possa fazer sobre isso. Você pode sentar no topo de uma montanha e meditar por décadas e nada vai mudar. Você pode mudar a si mesmo para ser aceitável mas talvez isso também esteja errado. Talvez pensemos demais. Sinta mais, pense menos.” Charles Bukowski.
charlotte-it-was-really-nothing:

Meat Is Murder

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Meat Is Murder

“No capricho do tempo, num sopro do vento.
Sou um barco contra corrente.
Um livro de trás pra frente.
Cheio de poesia incoerente.
Ergui a cabeça e abri a mente.
Lá estava ela, dona de uma beleza infinita.
Num vestido de luz, com sapatos azuis.
Eu conheci a garota mais bonita da cidade.” Amsterdã, 1957.
“Quanto a mim continuarei calada e fria e nunca terei medo da verdade. É sempre melhor não adiar o que tem de se dizer.” O Diário de Anne Frank.
“Amor é o que acontece uma vez a cada dez anos.”  Charles Bukowski.
“O sentido, acho, é a entidade mais misteriosa do universo. Relação, não coisa, entre a consciência e a vivência e as coisas e os eventos. O sentido dos gestos. O sentido dos produtos. O sentido do ato de existir. Me recuso a viver num mundo sem sentido. Estes anseios/ensaios são incursões conceptuais em busca do sentido. Pois isso é próprio da natureza do sentido: ele não existe nas coisas, tem que ser buscado, numa busca que é sua própria fundação. Só buscar o sentido faz realmente sentido. Tirando isso, não tem sentido.” Paulo Leminski
“Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.” Friedrich Nietzsche.
“Aí o telefone tocou. Deixei tocar. Nunca atendia ao telefone na parte da manhã. Tocou cinco vezes e parou. Eu estava sozinho comigo mesmo. E, por mais repugnante que fosse, era melhor que estar com alguém, qualquer um, todos lá fora fazendo seus pequenos truques e piruetas. Puxei as cobertas até o pescoço e esperei. Decidi ficar na cama até o meio-dia. Talvez então a metade do mundo estivesse morta e ele seria menos difícil de enfrentar.” Charles Bukowski.
“Estava com aquela sensação de ter mil coisas pra dizer, mas nenhuma palavra pra usar.” Veneza, 1975.
“O problema é que eu te espero e você nunca vem.” Roma, 1994.
“Pensai no seguinte: a razão, meus senhores, é coisa boa, não há dúvida, mas razão é só razão e satisfaz apenas a capacidade racional do homem, enquanto o ato de querer constitui a manifestação de toda a vida, isto é, de toda a vida humana, com a razão e com todo o coçar-se. E, embora a nossa vida, nessa manifestação, resulte muitas vezes em algo bem ignóbil, é sempre a vida e não apenas a extração de uma raiz quadrada!” Dostoiévski.

Borboletas no estômago e pregos no coração.

"Mother I tried please believe me,

I’m doing the best that I can.
I’m ashamed of the things I’ve been put through,
I’m ashamed of the person I am.

Isolation, isolation, isolation.

But if you could just see the beauty,
These things I could never describe,
These pleasures a wayward distraction,
This is my one lucky prize.” 


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